Total de visualizações de página
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
CLARO QUE NÃO
Os marginais que trabalham na empresa CLARO de telefonia celular deveriam pegar pelo menos 5 anos de cadeia pelo que estão fazendo minha mãe passar.
A conta estava vindo cada vez mais alta até que ela decidiu mudar para o claro cartão controle de 35 reais para cada celular. Eram 3 números. O do meu pai, o meu e o dela. O dela e o do meu pai imediatamente foram convertidos, mas o meu ( O QUE GASTAVA MAIS) misteriosamente não convertia de jeito nenhum. Passou o prazo estabelecido por eles, várias ligações foram feitas e cada vez vinham com estória diferente.
Cansada e estressadíssima, minha mãe aos 63 anos não suportava mais essa tortura psicológica digna de uma ditadura militar e pediu o cancelamento do contrato de serviço prestado pela empresa CLARO.
A novela de terror que parecia próxima de chegar ao fim, na verdade apenas está começando. O mesmo comportamento dos seres desumanos e antropófagos encefálicos da empresa de telefonia celular Claro foi repetido e até aprimorado. Os telefones do meu pai e minha mãe continuam como celular pré-pago no plano claro controle e o meu continua no pós-pago. Minha mãe está neste momento aos gritos no telefone porque está sendo transferida de setor para setor para cancelar serviço por serviço: banda larga, pós-pago, pré-pago, (mesmo sem ela ter contratado). Além disso ainda ocorrem inúmeras interrupções e transferências "involuntárias" para outros setores no meio da conversa.
É um absurdo, um estupro mental! A marginal ainda teve coragem de falar para minha mãe se acalmar por que se não ela não iria falar com ela.
Quantas infrações e crimes estão sendo cometidos aqui?
Roubo, tortura psicológica, ludíbrio, danos morais, ação que pode acarretar em dano físico (já que estão torturando uma senhora de 63 anos), e que mais...?
Por favor me ajudem a espalhar e coibir severamente esta prática desse bandidos.
ANATEL CADÊ VOCÊ?
A IMPUNIDADE REINA IMPUNE NO BRASIL
Michael Fellows
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário