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sexta-feira, 11 de abril de 2014

O "MENOS MAL" E A PRORROGAÇÃO DA CORRUPÇÃO OU AS REFORMAS DEFINITIVAS

Parei de votar no "menos mal", pois as campanhas estão sendo feitas já para nos adestrar fazendo-nos acostumar a realidade de que o próximo politico que sentar na cadeira também vai ser ladrão, incompetente e vai destinar 89% do seu trabalho (contra 90% do anterior) para agradar a si próprio e aos seus; 11 % para o POVO (contra 10% do anterior). Só que ele vai ser um pouco menos ladrão e um pouco menos incompetente. Eu andei pensando bastante no assunto após conversa com um dos meus mentores. Ele me aconselhou a votar no menos ruim (para ele Eduardo), argumentando que a estabilização real da democracia é feita a longo prazo e que o foco agora deveria ser tirar o PT do poder para forçar a rotatividade de governantes e evitar a instalação de uma demo-ditadura de Lula. Concordei em parte com meu mestre, mas cheguei a conclusão que não podemos esperar tanto assim e aceitarmos uma melhora de 1 a 5% dos próximos eleitos em relação aos seus antecessores. Além do mais, a demo-ditadura de Dudu já reina aqui em Pernambuco, porque vamos estendê-la a todo o Brasil? Tenho certeza que temos condições de votar em massa "00" para que eles entendam que a maioria de nós, ou pelo menos um percentual significativo desaprova quase que completamente o modelo político brasileiro atual. Com isso provocaremos um semancol nos nossos "representantes" fazendo-os realizarem as REFORMAS DEFINITIVAS apenas com o aviso das urnas. Caso não seja suficiente, aí vem o Plano B que é invadir todos os prédios públicos do país inteiro em uma ação orquestrada até que os mafiosos políticos obedeçam os seus patrões que somos nós - O POVO. Michael Fellows

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